jardim sem sol
Quando a cabecinha está ruim, como está hoje, ela conjura uma noite, em 2019 ou 2020, com uma pessoa que eu já conheci. Nessa conversa, há uma afirmação quase categórica de que só se coloca energia em quem se quer verdadeiramente manter por perto. Talvez para minha audiência imaginária aqui do blog, isso faça sentido imediato; talvez seja assim mesmo para a maioria das pessoas: se não te traz alegria, jogue fora. (E talvez essa última parte se aplique mais a coisas e lixo; não saberia dizer, não assisti o documentário da Marie Kondo. Mas acho que, no fim, o resultado é o mesmo.) A questão é que, embora eu tenha aquiescido naquele momento, as sementes desse papo ficaram comigo. Tenho muita dificuldade com verdades universais, a ponto de ter medo, até, de ser uma pessoa excessivamente neutra: eu responderia tudo com "depende" se fosse algo viável, exploraria todas as possibilidades em discussão se me dessem o tempo. Então encarar a possibilidade de que as pessoas tomavam decisõ...



